Pilates ou Treino Funcional: Saiba a diferença de cada um

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Manter a saúde física e mental é um fator muito importante para preservar o equilíbrio do corpo e consequentemente desenvolver as atividades diárias com mais concentração e leveza. Com a rotina cada vez mais agitada, nem sempre frequentar uma academia é possível, ou até mesmo o interesse para frequentar uma é muito baixo por parte de algumas pessoas. Para isso foram criadas diversas modalidades para garantir a boa forma de maneira saudável e mais prazerosa, como o pilates e os treinos funcionais.

 

O pilates é um método de condicionamento físico e mental, que aparentemente utiliza exercícios suaves, porém seus movimentos proporcionam alongamento e fortalecimento do corpo de forma integrada e individualizada. Suas técnicas melhoram a respiração, diminuem o estresse, desenvolvem a consciência e equilíbrio corporal, melhoram a coordenação motora e a mobilidade articular, além de proporcionar o relaxamento.

 

“Os exercícios de baixo impacto e de poucas repetições realizados no pilates proporcionam resultados muito eficazes, consequentemente causando menos desgaste das articulações e músculos, tornando a modalidade praticável por atletas profissionais até pessoas sedentárias. Para isso, existem dois tipos: o pilates fitness e o clínico”, explica Débora Paula dos Santos, fisioterapeuta.

 

O Pilates Clínico tem por objetivo a reeducação postural de uma forma mais dinâmica, rápida e prazerosa. Ele é realizado através de exercícios específicos, elaborados para estimular a musculatura que sustenta a coluna, não causando o impacto das articulações. Esse método é ideal para proporcionar a melhora na postura, estimular a força muscular, a flexibilidade, respiração, coordenação motora e o equilíbrio. “Para iniciar este programa é importante que seja realizada uma avaliação minuciosa para que a prescrição dos exercícios atenda às necessidades individuais”, ressalta a fisioterapeuta e instrutora de pilates.

 

Com sessões que duram em torno de 60 minutos e ministradas por um fisioterapeuta, são indicados para pessoas que apresentam fibromalgia, escolioso, hiperlordose, hipercifose, ombros protrusos, cabeça protusa, desequilíbrios musculares, incontinência urinária, gestantes, flacidez muscular, problemas articulares que necessitam de reforço muscular para estabilização da articulação, rigidez articular, lesões por esforço repetitivo, dor lombar, dor cervical, dores de cabeça, tensão muscular, fadiga, hérnia de disco e protusões discais, dor ciática, desidratação discal, espondilólise e espondilolistese, instabilidades vertebrais, artrose, limitações nos movimentos, osteoporose, entre outros.

 

Já o Pilates Fitness é indicado para quem quer conquistar um corpo firme, bumbum durinho e abdômen definido de maneira saudável, com a mesma disciplina e dedicação das academias. Ele é uma modalidade que objetiva o condicionamento físico do corpo, onde as aulas são elaboradas através dos exercícios físicos de pilates no solo e nos aparelhos, além dos exercícios funcionais com a resistência do próprio corpo, utilizando acessórios que aumentam a resistência, dificultando sua execução.

 

Os treinos funcionais têm por objetivo melhorar os padrões de execução dos nossos movimentos ao realizar as tarefas no dia a dia, na academia e na prática de esportes.

 

“No Treino Funcional utilizamos os padrões fundamentais do movimento humano, como empurrar, puxar, agachar, girar e lançar, tendo como resultado um corpo equilibrado e forte, não necessariamente musculoso, porém pronto para enfrentar desafios e ficar mais resistente a lesões”, esclarece André Cano Fernandez, Educador Físico e Especialista em Treino Funcional.

 

Criado para tornar mais eficientes as funções do corpo, como equilíbrio, flexibilidade, potência, coordenação motora, agilidade e força, vieram para revolucionar os treinos comuns. A técnica se tornou grande sucesso nas academias e entre os treinadores por ser garantia de resultado para emagrecer e construir um corpo bonito, forte e ágil.

 

“Antes era muito comum ver os treinos de força ser voltados para ganhar músculo e queimar calorias, deixando de lado a qualidade do movimento. Com o funcional, são trabalhados os músculos de forma integrada e não mais isolada como na musculação comum”, finaliza o educador físico.

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